Um homem sisudo espera à porta. A mulher inebria disfarça, abre o trinco e lá repousa seu tronco sob o olhar pasmo do ogro. Algumas tagareloas acolá e aca e por fim declara-se: “Está proibido sentar-se”. A frase que se esvai ao relento levada pelas correntes de ar causara malogro aos intocáveis e pavor aos tímidos. - Mas o que é isso, reclama o locutor. Uma afronta ao humanismo! Pensa o jovem! Mas que horror! Não bastasse meio dia de labuta, agora é proibido sentar-se!¿
Os dois bastardos inglórios aguardavam a abertura das portas do armazém para lograrem suas ferramentas de batalha que com esmero erguiam nas quatro paredes fúnebres daquele ambiente desabitado. Ahh! Pensa um deles ao ver o inimigo naquela porta branca de centro com fechadura de ferro branco. Fomos pegos sem armas na mão! Mas que inimigo mais querido! Ele não nos arrebatou as estribeiras. Apenas logrou-se a dar-nos uma advertência escrita, assinada, testemunhada e esguia! Sim, esguia. Era um mecanismo de opressão naquele casarão dos guerreiros verdes!
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