Não me pareceu inóspita minha embriaguez matinal de segunda-feira. Foi paulatinamente e entrando de repente, não de súbito, uma vontade de brincar. Brincar de letras, não de sopa delas, mas de frases esmiuçadas e bonitas, que posteriormente, ou tão logo, enfeitariam minhas roupagens. Era meu âmago que manifestava o desejo de registrar meus devaneios.
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